quarta-feira, 13 de julho de 2016

DAS PALAVRAS

Que me atingem como raios, me derrubam, que não causam mágoa, mas medo, que escurecem o meu dia, me congelam e paralisam.
Que têm um impacto mais forte que uma multidão furiosa e que mesmo assim, prefiro acreditar que foram ditas - apenas - num momento de loucura.

4 comentários:

  1. Com ou sem loucura, o que interessa é que foram ditas. E não, nunca mais as esquecemos. Arrumamo-las numa gaveta muito funda dentro de nós mas ficam lá...para sempre.
    (ainda que virtual , tens aqui um ombro muito jeitoso)

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  2. Ainda não as consegui arrumar, continuam a pairar sobre a minha cabeça e o medo que me causaram é quase sufocante. Obrigada pelo ombro que acredito ser bem jeitoso.

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  3. Li algures num blogue que as palavras são piores que facas, não perfuram a pele, mas rasgam a alma. Cabe a quem as ouve, ser forte (muito dificil) para se recompor. Não te conheço assim há muito tempo, mas qualquer coisa estou aqui...

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    1. Obrigada pelo apoio Maria João. É verdade que assim é, vou-me recompondo devagarinho, tentando dar solução para que as palavras não passem a actos.

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