sexta-feira, 31 de agosto de 2018

VOU ALI E JÁ VENHO...

qué como quem diz, vou de férias.
Se quiserem vão escrevendo nos vossos estabelecimentos que coise, andam com trauma pós-férias que eu sou amiga para vos ir dar uma forcinha.
Até posso mandar um galo capão à vossa porta para vos despertar.
Disponham.
Cá beijinho e abracinho.


quinta-feira, 30 de agosto de 2018

MAGUI VAI ORTOGRAFAR SOBRE COZINHA. PASMEM!

Ando sempre à caça de receitas novas para cozinhar, porque eu adoro cozinhar para não estar sempre a repetir as mesmas.
Tenho uma certa preocupação naquilo que como e que dou a comer.
Tenho a noção que mesmo sendo magra e comendo pouco, não faço uma alimentação muito saudável. Gosto de arroz, massas, doces, muitos doces, prefiro o peixe à carne, mas acho bem mais fácil cozinhar carne.
Durante a semana vou com umas colegas comprar comida a um take-away e como no local de trabalho - também já fui adepta da marmita, mas de momento cansei-me.
Perto do meu trabalho abriu um espaço que tem sempre um prato vegetariano. Tenho usado e abusado desse prato ao almoço, até que à uns dias os meus intestinos revoltaram-se e foi um ai jesus m´acuda.
Não se deram bem com tanto verde e eu compreendo-os, também prefiro o encarnado (SLB, SLB!!!)
Por vezes desisto de fazer alguma receita, porque não conheço os ingredientes e não me apetece andar a bater perna pelos corredores dos supermercados desta vida à procura deles.
Um dia destes andava pelas internetes e encontrei uma receita de bolachas feitas com polvilho doce e gamei-a.
Primeiro pesquisei o que raio era polvilho doce e pareceu-me bem.
Fiz as bolachas e saíram benzinho.
Não sendo nenhuma maravilha, gostei e tenho intenção de repetir.
Ei-las, tão lindas.


Deixo a receita para quem quiser experimentar - com um pedido de desculpas ao autor da mesma, mas já não me lembro onde a encontrei.

500g de polvilho doce
3 ovos
1 xícara de açúcar (usei do mascavado)
1/2 xícara de margarina

Colocar os ingredientes num recipiente.
Amassar até obter uma massa homogénea
Formar bolinhas pequenas da massa preparada
Colocar num tabuleiro (usei papel manteiga para não o untar)
Achatar as bolinhas com um garfo
Levar ao forno pré-aquecido a 200ºC, por cerca de 15 minutos
Retirar do forno e deixar arrefecer
Guardar as bolachas num recipiente fechado.

Com estes ingredientes fiz cerca de 50 bolachas.
São óptimas para acompanhar com chá ou café.
Ou então comer como se comem tremoços... com uma imperial.
Vocês é que sabem da vossa vida.





terça-feira, 28 de agosto de 2018

MENOS, SIM?

Uma pessoa tem consciência da sua idade, não liga muito a isso, fica agradada pelo facto de ter uma cabecita airosa e não se sentir cinquentona.
A pessoa vai muito contente ao cabeleireiro tapar os brancos, escolhe uma cor espalhafatosa jovem, apela à magia das mãos do profissional dos cabelos para dar volume à peruca, a pessoa olha ao espelho, que giro que ficou e tal.
O cabeleireiro que é amigo diz à pessoa que deve fazer um tratamento capilar, pois notou algumas falhas.
Danou-se!


Uma pessoa vai muito contente à esteticista, escolhe a cor das nails, uma cor metalizada bué coisa e fica muito feliz.
Entra outra esteticista no gabinete e a pessoa ouve "Dona Magui…."
Danou-se!


Mas, afinal esta pessoa chega à conclusão que a idade traz vantagens, nomeadamente financeiras.
Daqui a uns anos não vou gastar dinheiro no cabeleireiro porque entretanto fico careca.
Também vou poupar na esteticista, ou não há desconto para as donas?



segunda-feira, 27 de agosto de 2018

CASTA DE 60 *

vigorosa e produtiva, elegante e robusta, criada em clima ameno e solo fértil.
Folhagem própria, sabor e aroma distintos, cachos de tamanho e cor diferentes.
Pouco grau alcoólico, suave e delico-doce.
Tendencialmente uma casta para a vida.
Para a nossa vida.




* Atenção - Finais de 60


quinta-feira, 23 de agosto de 2018

ACONTECE-ME TANTO

não saber para onde olhar…
não saber qual a direcção a seguir…
não saber por onde começar
não saber, apenas.
Imagem via Pinterest

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

CENAS DE PRAIA

Quando vou para a praia, carrego um livro e dois pares de óculos.
Praia e leitura soam-me bem.
Mas, depois deito-me e já não me soa tão bem.
O que me sabe mesmo bem é estar práli deitada a pensar na morte da bezerra.
Ora vira para baixo, ora vira para cima. Ora senta, ora deita.
Ora dorme um sono levezinho, ora vai molhar o pé.
Mas, o livro acompanha-me em todas as idas à praia e nunca chega a sair do saco.
É um ritual como outro qualquer.
O que eu gostava mesmo quando estou na praia a deixar o sol dourar-me a tez, era não ser bombardeada com bolas das raquetes que as crianças que não têm jeito nenhum para aquela merda, teimam em jogar, sempre advertidas pelos papás - cuidado com as pessoas, cuidado com a senhora.
O que eu penso, mesmo que ninguém esteja interessado em saber, é que assim como é proibido levar animais para a praia (veremos até quando!) também devia ser proibido levar bolas com excepção das de berlim.




quinta-feira, 16 de agosto de 2018

VOCÊS DECIDEM

o que será mais perigoso, um sapo ou uma mulher?? 



Uma mulher passeava à beira dum rio quando viu um sapo preso nuns galhos, pedindo socorro.
Quando chegou perto o sapo disse-lhe
- salva-me e eu concedo-te 3 desejos e tudo o que eu te conceder o teu marido ganhará 10 vezes mais.
Ela concordou.

1º Desejo
Mulher: Quero ser muuuuuito, mas muuuuuuito rica.
Sapo: Mas lembra-te que o teu marido será 10 vezes mais rico.
Mulher: Não faz mal, o que é meu é dele, o que é dele é meu...

2º Desejo
Mulher: Quero ser muuuuuito, mas muuuuuuito bonita.
Sapo: Está bem, mas o mulherio vai cair em cima do teu marido, porque ele será 10 vezes mais bonito que tu.
Mulher: Não te preocupes que eu também não.

3º Desejo
Mulher: Quero ter um enfarte pequeno, levezinho, só um susto!

O marido morreu, ela ficou linda e podre de rica.





segunda-feira, 13 de agosto de 2018

INDECISÕES DO CAMANO

Uma lady fica mais velha e as pessoas começam a abusar da lady que está mais velha.
Atão a lady vai almoçar ao restaurante e quando pede a sobremesa, trazem-lhe esta barbaridade para escolher.
Sabendo que a minha perdição são os doces (já dizia alguém, que nos espiam através da televisão e sabem tudo da nossa vida!) prantam-me com isto à frente e agora amanha-te e escolhe um, porque não tens barriga nem tomates para escolher mais.
E práli fiquei num dilema terrível. A babar, a salivar, com vontade de fugir dali com o tabuleiro nas mãos.
A funcionária a explicar cada um dos doces e eu sem conseguir processar tanta informação em simultâneo - lá está, a pessoa já não processa tão bem!
Tirando este pequeno percalço, deveras incomodativo para esta pessoa de meia idade, ´tá-se bem.





sexta-feira, 3 de agosto de 2018

ESTIMADAS PESSOAS TODAS

daqui a dias faço 52 anos.
Vou estar uns dias fora, vou para um retiro zen.
Tão zen que a malta anda zen roupa, zen preocupações, zen ansiedade.
Onde apenas se ouve o chilrear dos passarinhos e a água duma cascata.
Não que a idade me atormente ao ponto de precisar deste afastamento.
Aliás, quem me conhece não me dá mais de 49 anos. Juro.
Estou muito grata à vida por chegar a esta idade - e nem 50 kg pesar (vão buscar!)
Sou muito grata pela família que tenho, pelos amigos e até por merdas por que passei e que me ensinaram a relativizar, a preocupar-me apenas com aquilo que realmente é importante para mim e até a virar as costas quando é preciso, porque já não tenho pachorra nem ligo a egos inflados.
Já controlo melhor a minha ansiedade e o meu feitiozito, mas tendo pavor a pessoas perfeitas, nunca chegarei a um qualquer estádio de plenitude...
Para mim não há céu nem inferno, apenas sete palmos de terra em cima quando chegar a minha hora.
(Pois é, o pessoal um dia quina, ou pensam que ficam cá para semente?)
Por isso, agarro a vida que me coube com grande reverência.
Despeço-me de vocês com 51 anos para voltar aos 52 igualzinha sem tirar nem pôr. 
Se esperam que a idade me traga alguma sensatez na forma como escrevo, tirem o cavalinho da chuva, ou neste caso do sol, que está uma brasa do caraças.



quarta-feira, 1 de agosto de 2018

ZAMACUECA

Não se pisgam já, que isto não é nenhuma javardice.
Faxavor de lerem até ao fim, até parece que têm alguma coisa mais interessante para fazer!
Ultimamente tem aparecido na estatística deste excelso blogue, o Peru. 
Esse mesmo, o país sul-americano.
Porquê, é que eu gostava de saber, mas como sabem, há gente para tudo.
Vai daí em reconhecimento por tal honra, decidi botar aqui um vídeo com uma música tradicional do Peru, a zamacueca.
Nome sugestivo. Não sei qual a origem, mas também não sou vossa mãe, se quiserem pesquisem.




Mis amigos peruanos, está na hora de fazerem uma vaquinha para levarem aqui a menina a conhecer Machu Picchu. 
Que isto não é a casa da sogra, chegar e andar.
De acuerdo?