quarta-feira, 7 de abril de 2021

VAXZQUÊ?

Esta coisa da vacina da AstraZeneca ter mudado de nome para Vaxzevria, fez-me lembrar aquele senhor que se chamava Joaquim Merda e que muito desgostoso com o nome, mudou-o para Manuel Merda.

E é isto.

Fiquem bem, faxavôr.



quinta-feira, 1 de abril de 2021

(DE NOVO) A ALICE QUE MORA EM MIM

Alguém sabe onde fica, onde está o mundo paralelo dos duendes e fadas encantadas? Onde existe a passagem que nos transporta para o mundo fantástico do faz-de-conta? Qual Harry Potter e companheiros com destino a Hogwarts, mas sem Lord Voldemort, apenas com o sábio professor Dumbledore, a desejar-nos boas-vindas, vassouras voadoras, retratos falantes que nos façam rir e seres fantásticos, que nos enfeiticem e nos deixem maravilhados e felizes, convencidos que será para sempre.  

Há dias, assim, em que desejamos o impossível. Em breve volto à realidade, mas hoje estou pronta, alguém por aí se quer juntar?


Imagem Pinterest


Escrevi este texto em Outubro de 2015. 

Hoje lembrei-me dele, talvez por ser Páscoa e eu querer ir de comboio ao circo com o coelhinho...




quarta-feira, 17 de março de 2021

CENAS DA minha VIDA E O CATANO

A minha máquina de lavar a roupa deu o peido mestre, carregada de roupa e de água. Tirei a roupa a pingar, a água deixei-a, é um bem precioso para desperdiçar, pode dar jeito para lavar a hortaliça.

Francamente, ando baralhada com o confina/desconfina, que não sei se a compra vai ser ao postigo.

Já proibi o homem de a comprar sem a minha supervisão, de contrário, já sei que vou precisar de um curso em aeronáutica para lavar cuecas.

Também posso fazer como o Bocage que andava com uma peça de tecido às costas, à espera da última moda, para mandar fazer um fato. Se assim for, compro uma, quando sair no mercado, o Ferrari das máquinas de lavar roupa, que também sequem, passem e arrumem. 

Até à nova compra, já delineei um plano mirabolante.

Vou lavar a roupa na máquina de mamãe.






terça-feira, 9 de março de 2021

CENAS DA minha VIDA E A COVID

Lá vai uma, lá vão duas,
três zaragatoas a voar,
uma é minha, outra é tua,
a outra é para me mijar.

Ao terceiro teste à Covid-19, só não me babei, vomitei e c@gue!, mas vou no caminho certo.
Deixem-me desabafar, que passado quase um dia, ainda estou a pingar da narina que me perfuraram até ao tecto.

Credo-que-isto-nunca-mais-acaba-valha-me-uma-santa-qualquer-que-já-estou-por-tudo.



quarta-feira, 3 de março de 2021

EU TÔ QUE TÔ

Hoje lembrei-me desta canção de Simone (a brasileira), porque também eu que tô, que tô práqui sem grande vontade de nada, cansada de nada e de tudo.

Valha-me o trabalho (a pessoa chega a conclusões que nunca pensou na vidinha dela)

Mas então cadê esse ânimo e coise? Pois, varreu-se-me.

Encomendei uma piza por telefone. O rapaz que me atendeu, que não me conhece, nem eu conheço, despediu-se com um "beijinho". Oi!? 👍

Eu  que tô, que tô, espero que vocês também que´tejam, tejam por aí.




domingo, 28 de fevereiro de 2021

28 Fevereiro 1965

Casavam os noivos mais bonitos e elegantes do século XX.

Parabéns aos meus pais pelos 56 anos de casamento.





quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

RELATÓRIO MAGUINIANO

Depois de 2 meses e meio em casa, confinada devido a uma cirurgia que fiz - nem eu ficava bem comigo se não fosse bater com os ossos num hospital em plena pandemia - comecei a trabalhar presencialmente na passada semana. Com excepção do primeiro dia, em que fui possuída por um humor de cão, so far so good.

Numa das consultas a que fui pós operação, informei o senhor doutor, que todos os dias (quase todos, vá!) caminhava cerca de 2,5 a 3 km, respondeu-me que era muito, o que vem provar a minha teoria em relação ao exercício físico, quanto menos, melhor.

Nestes entretantos engordei 800 gramas, houve pessoas atentas que notaram. Amen!

Pintei o cabelo em casa, melhor dizendo, a minha filha aplicou a tinta e ficou catita. Ando a contar os dias até que algum dos brancos dê o ar da sua graça.

Simulei a data em que levarei a vacina da Covid, está previsto ser convocada na terceira fase da vacinação em data a anunciar. Fiquei descansada, fiquem também. May the task force be with you.

Consegui livrar-me da perturbação-obsessiva-compulsiva-ó-dependente de desinfectar tudo quanto vem do supermercado e afins, só tenho cuidado com as frutas e legumes, o resto sa fod@.

Não andamos dentro de casa com o calçado da rua, mas, já era uma tara pré-pandemia, como tal, na paz dos deuses, quanto a isso.




terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

CENAS DA minha VIDA E O CAMANO

Nestes últimos tempos, o ponto máximo de alguns dos meus dias acontece quando tenho que ir à farmácia. 
E com a pandemia vou mais vezes do que desejava, uma vez, que, para além da que necessito, também levanto a medicação para os meus pais.
E é todo um forró, até que a pessoa saia dali, muitas vezes com um ataque de caspa no céu da boca.
Primeiro há que saber qual o laboratório do medicamento X que a pessoa costuma gastar. 
Sim, porque se levo dum outro qualquer, papai e mamãe, dizem de imediato que não é nada daquilo, que fui enganada.
Mas o principio activo não é o mesmo, seja qual for o laboratório?
E se for um medicamento novo, quer genérico ou de marca? A sério? Dassss!!
E se peço duas caixas do mesmo medicamento, só há uma e é uma sorte.
Então se me calha na rifa o dono da farmácia, começo a tremer do olho esquerdo.
O senhor é uma simpatia, mas fala para dentro, ora com a máscara, a coisa piora.
Da última vez que lá fui, o homem falava e eu com cara de parva a olhar para ele, mas como ele não se apercebia da minha cara de parva, derivado da máscara, perdi o conto às vezes que lhe disse, desculpe, mas não estou a perceber.
E à terceira ou à quarta lá fui percebendo, sem que o tique do olho, acalmasse.
Quando saí achei que tinha envelhecido uma beca, sentei-me no carro e olhei-me ao espelho para ver se me reconhecia.

E como as conversas são como as cerejas, lembrei-me de há uns anos, no aeroporto de Varsóvia, eu e uma das minhas filhas, termos ido junto duma funcionária pedir informações.
E qual seria a hipótese de no meio de tantos funcionários, termos a pontaria de nos dirigirmos a uma fanhosa? Voilà!
Por educação ouvimos até ao fim o que a senhora falou, sem pestanejar, a tentar perceber uma palavra que fosse. Não aconteceu.





quarta-feira, 3 de fevereiro de 2021

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2021

A VIDA VAI TORTA

Há uns anos (muitos) quando era pessoa estudanteira, fui delegada de turma, e pensei cá com os meus botões, que calhando é motivo suficiente para me ser administrada a vacina da Covid. 

Deixo à consideração dum qualquer pasteleiro deste país.

"Portugal entre os países mais atrasados da União Europeia na administração da primeira dose da vacina" leio por aí.

Não me indigno com esta notícia, será um novo sintoma da doença? 

Ou serão os efeitos da anestesia que nos têm vindo a infligir ao longo dos anos, da qual não queremos acordar?



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

Ó RICAS PRIMAS...

Nem pastelaria Garrett, nem Versailles, conseguem bater este doce natalício feito pela minha prima Lassalete.

Coscorão de seu nome.


Bem sei que não é Natal, mas também não o foi a 25 de Dezembro de 2020.


Já agora, também este bolo de Páscoa da minha prima Dolores é imbatível.





Já a prima delas, não tem nenhuma especialidade culinária para apresentar.
Defeito de fabrico.




quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

NÃO VOTAR, NÃO É OPÇÃO

para mim, a não ser que me dê uma coisinha má no Domingo.

O que está em causa no nosso país é muito preocupante, por isso é importante que à semelhança da responsabilidade que nos cabe a cada um para travar esta pandemia, é urgente impedir o renascimento de uma outra pandemia, que conduza de novo este país ao buraco negro que viveu no passado.

Não há confinamento, descrença na classe política, intempérie, que nos impeça de exercer o que é um dever, mas também um direito que nos assiste, de contribuirmos para um país melhor, onde prevaleça a igualdade, a justiça, a liberdade. 

Afinal, é isso que todos queremos, certo?

Quando receber o boletim, a minha visão selectiva, irá percorrer apenas o rosto de 6 candidatos - uma vez que o cidadão Eduardo Baptista é uma carta fora do baralho - e em consciência, votar.

Venham comigo.

O cão fica em casa, o cartão de cidadão não necessita de trela, respeitemos o distanciamento, não há necessidade de cheirar cus alheios, nem lugar para conversas de chacha, quando chegar a nossa vez vamos até ao postigo para exercer o voto e ala para casa.

Na minha terra existe a expressão, "ao largo", que dizemos a alguém, por brincadeira, ou não, que significa que não queremos proximidade.

Portanto, meus amigos, palavra de ordem nestes dias de pandemia - ao largo - porra



segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

SOU EU


mas podia ser outro qualquer, por exemplo, um negacionista mascarado de pessoa tola e niquenta durante o Carnaval.

Não aprecio a expressão "passeio higiénico", parece que temos receio da simplicidade, e por isso a confrontamos com o ridículo.

Eu faço caminhadas e porque a minha saúde assim o exige, de contrário ainda alontrava mais em casa, por muito que o silêncio das paredes me desassossegue.



quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

YES WE CAN

Pessoas todas, a vida como vai? 

E o novo ano, ? Com novo confinamento à porta, estamos a começar mal, parece que a malta no Natal e passagem de ano pensou que o bicho também fosse comemorar lá para o raio que o parta, mas não, andou a distribuir veneno forte e feio.

E eu não querendo apontar o dedo a ninguém, como tenho lido por essas redes sociais fora, Jasus! e percebendo que estamos fartos disto e que a economia está a escambar, mas sabendo da fragilidade do SNS, do esforço hercúleo que todos os que estão na frente da batalha, estão a fazer, venho apenas deixar algumas sugestões para que todos juntos consigamos ultrapassar esta merda rapidamente.

Lembram-se de quando éramos crianças e nos obrigavam a ir visitar aquela tia/prima chata que dava muitos beijinhos, deixando a nossa cara numa lástima derivado do farto bigode que tinha? E nós fazíamos uma birra descomunal levando os nossos pais ao desespero e ficando o fim-de-semana de castigo, sem pôr um pé na rua, não havendo brincadeiras com os amigos? Então, agora é só prolongar esse castigo mais tempo e sair apenas o necessário, como se estivéssemos a ser perseguidos pelo bigode da tal tia/prima. Não custa nada.

Lembram-se do tempo da adolescência, em que nos apaixonávamos pelos bonitões e bonitonas que nem sequer sabiam que existíamos, e nós só desejávamos morrer (salvo seja) e queríamos estar sozinhos a chorar baba e ranho, de preferência sem ver ninguém? Lá está, prolonguem mais um tempo esse desejo de não ver ninguém, nem pintado de ouro.

Alguma vez vos aconteceu - aposto que sim - receberem visitas inesperadas, e terem a casa em estado de sítio, estarem vestidos como se fossem pedintes, terem apenas um copo de água para oferecer? Já me aconteceu. E o que é que eu queria? Que aquela gente boa debandasse o mais depressa possível de minha casa. Pois agora, mesmo com a casa a luzir, vestidas à Kardashians (o que não abona nada a nossa favor, mas prontes), com caviar e champanhe para oferecer, não é tempo de socializar com ninguém, em casa de ninguém. Tenham paciência, melhores tempos virão se todos contribuirmos para isso, inclusive quem nos governa.

E maltinha, prometo que quando formos livres de novo, no primeiro dia em que for anunciada o fim da pandemia (se ainda por cá andar) saio à rua neste despropósito. Não precisam de pagar para ver, vai ser grátis às damas e cavalheiros de todas as idades, raças, credos e afins.


Caramba, não me digam que só por isto não vale a pena o esforço, o compromisso de ajudar a colocar um ponto final nisto?

Finalmente, naqueles momentos de desespero, em vez de virmos para a varanda gritar que vai ficar tudo bem, gritemos umas caralhadas. 
É mais libertador, eu cá acho.



quarta-feira, 9 de dezembro de 2020

PRIMEIROS PRESENTES

Duas bolsas para talheres, saídas das mãos da minha sogra, 87 anos de idade.

Quem sabe nunca esquece.

   



quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

CÁ POR CASA... #2

cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, cá por casa, por casa, por cá.         




sexta-feira, 27 de novembro de 2020

DE NOVO, PARA O MEU PAI

Faz hoje 5 anos que escrevi esta mensagem.

Hoje, que o meu pai faz a bonita idade de 79 anos, continua a ter ainda mais valor.

Parabéns ao meu pai que é um jovem senhor.




segunda-feira, 23 de novembro de 2020

FELIZ ANIVERSÁRIO

23 de Novembro de 1992, também era segunda-feira, quando tu vieste e me escolhes-te para tua mãe.

Obrigada por isso.

Parabéns filha, menina-mulher, minha luz na escuridão, meu amor...




quarta-feira, 18 de novembro de 2020

ESTE BLOG TEM MÚSICA DENTRO

Esta semana deu-me para a música, que é sempre uma boa opção.

Tirem a máscara (em casa, sim!), os sapatos e dancem.

Ponham o volume no máximo, se o vizinho reclamar, convidem-no a fazer o mesmo.

Sacudam por uns momentos, a tristeza, a ansiedade, o medo, a incerteza, e também o rabo.

Embora lá fazer um flash mobe caseiro, que eu, mesmo com dois pés esquerdos e uma perna bamba, sou primeiras.





segunda-feira, 16 de novembro de 2020

PORQUE TODOS SENTIMOS

"Now this mountain I must climb,

feels like a world upon my shoulders"

Ao vivo e a cores, Foreigner, I want to know what love is

Lou Gramm a mostrar que a idade é apenas um detalhe.




sexta-feira, 13 de novembro de 2020

YEAH! SEXTA-FEIRA 13

Venham as bruxas e vampiros, o Conde Drácula, o Frankenstein, lobisomens, fantasmas e caveiras, gatos pretos, morcegos, lua cheia, rufem os tambores, que hoje o homem cá de casa faz anos.

Parabéns marido.






segunda-feira, 9 de novembro de 2020

PESSOAS QUE ODEIAM SEGUNDAS-FEIRAS

e fazem questão de o gritar ao mundo e arredores, estão no seu direito.

Mas digo-vos, que já me começam a irritar comá merda, são vocês, o epidemiologista Paulo Portas e o virologista Marques Mendes, não há pachorra.

Não, não amo perdidamente a dita segunda, mas sabem do que gosto mesmo?

De chegar ao fim do mês e o ordenado cair na conta, porque tenho cenas, bué, para pagar, e para isso, (adivinhem lá) tenho de trabalhar.

E porque todos os dias me dá prazer acordar vivinha da silva, incluindo às 2ªs. feiras. Acordar morto é trágico.

Pá, arranjem outro ódio de estimação. Nem vou exemplificar com o vírus e a pandemia, porque antes deles surgirem já a desgraçada da segunda era vilipendiada, mas podem odiar os broches da Dra. Graça Freitas.

E antes de picarem o ponto, vejam o que o horóscopo vos reserva para a semana.



quarta-feira, 4 de novembro de 2020

MAIS UM.. E SIGA

Ontem, celebrei 30 anos de casamento - o homem também, ainda dizem que não há coincidências!!

Se em 1990, juntámos cerca de 150 pessoas no casório, ontem fizemos a festa, ambos os dois.

Se há cinco anos, celebrámos em Veneza, ontem foi em casa.

Se há dois anos foi num yurt no Glamping, O Homem Verde, este ano foi no nosso espaço.

E daí não veio mal ao mundo, não houve traumas nem decepções, apenas o que o actual estado de pandemia exige de nós.

Houve conforto, cumplicidade e bastou.



quinta-feira, 29 de outubro de 2020

NATURALMENTE

A beleza do lado de fora, o charme do lado de dentro.
(Pessoas perguntadeiras, o cão não é meu)
Casco, diga olá aos senhores e às senhoras.


FOTO DE AUTOR  CONHECIDO DA
AUTORA D´ESTE BLOG