terça-feira, 24 de outubro de 2017

HÁ MUITOS ANOS

ouvi um psiquiatra dizer que todos nós somos potenciais assassinos.
Ena, que exagero, pensei eu. Rebuscando bem no fundo de mim, nunca me imaginaria a matar alguém.
Nunca esqueci aquela frase.
Depois acontecem tragédias repetidas neste país até à náusea, como a do passado dia 15, depois a pessoa ouve pérolas do género; no tempo do Salazar é que era bom, porque nada disto acontecia.
E então, esta pessoa chega à conclusão de que o psiquiatra tinha muitíssima razão.



12 comentários:

  1. Pequeno caso sério24 outubro, 2017

    Normalmente os psiquiatras e os psicólogos são pessoas credíveis. Eu disse normalmente porque depois há os Quintino Aires desta vida e uma
    'ssoa fica sem esperança.

    Ainda assim esse psiquiatra que citas não me espanta com essa afirmação .
    A linha que separa a lucidez da loucura é muito tenue e facilmente transposta.
    O ser humano não é linear e portanto basta uma variável ser tocada para alterar todo o conjunto.É é aí que a porca torce o rabo.


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    1. Quem é o Quintino Aires? ��

      Essa declaração foi proferida na sequência de um macabro assassinato mediático em finais dos anos 80. Ainda hoje me martela na cabeça.
      Será que temos consciência da transposição dessa linha?


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    2. Pequeno caso sério25 outubro, 2017

      Penso que não.
      É por isso que tens pessoas que estão presas que afirmam a pés juntos que não se lembram do que fizeram. Não tenho a certeza mas acho que a medicina explica o fenómeno e à conta disso já houve uns quantos que foram "ilibados" dos crimes.
      O cérebro é fascinante e creio que ainda só se conhece uma ínfima parte, portanto, TUDO é possível.

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    3. Assustadora essa parte do "tudo é possível"

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  2. Quando a ordem e a segurança não são asseguradas, vêm as referência ao totalitarismo como garantia de ordem. Esse é e será sempre um dos maiores alertas para democracia e que esta deve acautelar.

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    1. Muito pertinente e verdadeiro o teu comentário.
      Saibamos todos estar alerta ...

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  3. M E D O !
    Vale a pena pensar no assunto....

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    1. O caso a que me refiro, foi o de um "pacato" cidadão, que numa noite matou 7 pessoas, incluindo cônjuge e uma filha.
      São quase sempre pacatos e tidos como boas pessoas, como tal, o psiquiatra devia saber do que falava.

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  4. A mente do ser humano têm tanto que se lhe diga.... e para estes crimes há sempre qualquer coisa com problemas psicológicos
    http://retromaggie.blogspot.pt

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  5. É do tipo que era bom vizinho e um gajo(a) porreiro!

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