quarta-feira, 31 de agosto de 2016

DESPEDIDA GOSTOSA

do meu querido mês de Agosto. Waffle com gelado de melão ao lanche, aula de Pilates na praia ao final do dia.





terça-feira, 30 de agosto de 2016

PÉNIS, NÃO ARMAS

No estado do Texas, existe uma lei - entre tantas outras aberrantes que por lá vigoram - que permite a jovens maiores de 21 anos com licença de porte de arma, andar com armas de fogo no campus das universidades públicas, desde que não sejam visíveis.
Ora, como os jovens não são, na sua grande maioria, criaturas acéfalas, decidiram protestar contra a lei, distribuindo dildos pelas universidades.
O nome que deram ao protesto, um trocadilho, "Cocks not glocks" - Pénis, não armas - conseguiu a visibilidade pretendida, combatendo o absurdo com absurdo. Foi pedido aos alunos que andem com os dildos bem visíveis e para tornar isto ainda mais caricato, os que o fizerem sujeitam-se a pagar multa.
Parece que aos norte-americanos dá-lhes mais gozo as armas de fogo!



segunda-feira, 29 de agosto de 2016

A IDADE ESTÁ NA NOSSA CABEÇA

Não é um bom tema para começo de semana, mas não é bom tema seja em que dia for. É uma frase bem jeitosa de se ouvir e de se dizer. 
É uma frase que as pessoas a partir dos 40 anos começam a interiorizar, ah e tal sinto-me tão jovem, isto da idade é um mito e coiso e tal.
Até pode ser que sim, lembro-me de ser criança e jovem e achar que as pessoas a partir dos 40 eram velhas, fosse pela maneira como se vestiam, fosse por aquilo que nos era incutido, o certo é que assim era.
Hoje em dia, cada vez mais, a maioria das pessoas aparenta ser mais nova do que na realidade é, porque assim pensam que fintam o passar do tempo.
Por mim, que tenho uns recém 50 anos, sinto-os bem no esqueleto, as últimas duas noites deitei-me tarde e hoje para me levantar cedo para o trabalho, foi uma carga de trabalhos. É certo que tenho a casa e o coração mais preenchidos, mas uma noite mal dormida é coisa para me deixar KO.
Mas, afinal os 50 não são os novos 30? A sério? Gaita, o meu corpo ainda não deu por isso.



sexta-feira, 26 de agosto de 2016

QUERIA TIRAR UMA LICENCIATURA EM R. P., MAS COMO NÃO HAVIA VAGAS INSCREVI-ME NUMA DE PERSONAL STYLIST

Depois de estagiar pelos salões de moda por esse mundo fora, deixo-vos aqui uma proposta de "tuálete" muito janota para a próxima estação. Nem imaginam o trabalho que tive para chegar ao resultado final.
Bem sei, que não sou nenhuma Pipoca, mas bom gosto tenho às carradas.
Caramba, até estou a suar.


Começo pelo chapéu, que podem usar à esquerda, à direita, atrás ou à frente, depende de que lado está o vento.
(Aconselho a terem um cão guia se o usarem à frente do rosto.)









Grande tendência desta estação - um must - usar uma saia por cima dum vestido. 
Funciona como o pneu suplente, se sujarem uma das peças têm a outra para não ficarem apeadas.













O casaco (nem tenho palavras para o adjectivar) se tiverem frio e mesmo que não tenham, vistam-no, façam-me esse favor.













Os óculos para protegerem os olhos, no caso de se perderem de amores pelo casaco.






Last but not least, estes cascos sapatos, à prova de bala e de coice.










Homens do meu país - e do país das outras - não desesperem, que não perdem pela demora.



quinta-feira, 25 de agosto de 2016

ABALOS QUE NOS ABANAM

Não acredito em deuses nem em apocalipses. Acredito no poder da Natureza. Deslumbro-me com a sua beleza, reduzo-me perante a sua superioridade, apavora-me a sua força avassaladora que deixa sem chão aqueles que a sentem e comove-me sempre que alguém se reergue diante da sua fúria.

Imagem do sismo de Itália, retirada de movenoticias.com


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

NEM ÀS PAREDES CONFESSO

Os nossos gostos são muitas vezes condicionados por preconceitos e por vergonha. Temos receio que ao admitir certos gostos sejamos gozados e rotulados como pessoas de gosto duvidoso, foleiras. Como se todos víssemos e sentíssemos da mesma forma, o que não é verdade.
O dito bom gosto está de alguma maneira relacionado (erradamente) com o luxo, as marcas caras, um estilo de vida inacessível ao comum dos mortais. E isto é transversal na nossa vida, desde os nomes que escolhemos para os nossos filhos, ao gosto musical, à maneira como nos vestimos, etc., etc.
Todos temos alguma soberba em considerar que o nosso gosto é mais sofisticado que o do vizinho. 
Já fui gozada e também já gozei com gostos alheios. Atiro mais achas para a fogueira e assumo - de novo - a paixão assolapada que tive pelo actor Kabir Bedi e pela sua personagem Sandokan (dei este nome a um cão), e não me venham cá com merdas, que o homem era lindo - aos meus olhos - comó caraças. Passados tantos anos, ainda conservo a caderneta de cromos da série. E não foi o único, que isto era por fases!



terça-feira, 23 de agosto de 2016

O QUE DEIXA MAGUI A BABAR DE FELICIDADE

Chegar a casa depois do trabalho e ter no frigorífico redon - restos de comida de ontem, da semana passada, do mês passado - para o jantar. 
Aconteceu ontem e é coisa para me deixar a ouvir passarinhos e a ver anjinhos de asa delta. 



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

ANDA O DIABO À SOLTA

Sou natural de terra de gente do mar, sempre me lembro de nesta altura do ano, as pessoas mais idosas falarem no Bártolo ou Bértolo (referindo-se a São Bartolomeu) porque o mar fica muito agitado durante dias.
São Bartolomeu, um dos doze apóstolos, terá testemunhado o milagre de Cristo de transformar a água em vinho, o seu dia é celebrado a 24 de Agosto, dia da sua morte por esfolamento. Segundo a tradição popular nesse dia o diabo anda à solta e o mar - como dizem os pescadores da minha praia  - fica ruim como um cão.


sexta-feira, 19 de agosto de 2016

E OS VELHOS QUE QUINAVAM COM UMA INJECÇÃO ATRÁS DA ORELHA?

Numa excelente entrevista a um jornal nacional, o realizador João Botelho refere lembrar-se de ser criança quando aconteceu a revolta na Hungria em 1956 e de ouvir histórias que aterrorizavam sobre os comunistas e dá como exemplo, raptarem crianças para fazer sabão. Mais nova sou eu e também ouvi muitas histórias semelhantes.
Diz Botelho que "naquele tempo a ideia da pobreza era muito forte", digo eu, que manter um povo na pobreza da ignorância é simplesmente miserável.


quinta-feira, 18 de agosto de 2016

É UM SONHO ANTIGO, CONHECER A ÍNDIA

Foi o vencedor do concurso Mister Mundo 2016, que decorreu o mês passado em Inglaterra. É indiano, chama-se Rohit Khandelwal (para mim, Alfredo, bastava).
Nunca vi mais tonificados os restantes 45 concorrentes, mas se os jurados decidiram, está decidido, que ninguém conteste, muito menos eu.
O Mister que tem idade para ser meu filho 26 anos, como diria uma amiga minha, era capaz de curar qualquer tendinite e mais não refiro que sou uma senhora decente, no entanto, protesto pelo facto do ano passado ter estado em Inglaterra e não ter posto a vista em cima desta espécie.
Muitas felicidades ao rapaz e à sua companheira (ou companheiro, sei lá) que já deve ser feliz p´ra caramba.



quarta-feira, 17 de agosto de 2016

NÃO EMPURREM!

Sou desastrada por natureza, assim como nasci com determinada cor de cabelo, nasci desastrada. Tropeço nos meus próprios pés, mas já estou tão habituada que raramente caio. Se estiver rodeada de pessoas e se algo se partir, está cientificamente provado que vou ser eu a parti-lo.
Um dia destes estava mais o homem a pregar um objecto de recordação na parede e eu muito pesarosa - ai que isto é tão pequeno, ai que isto vai cair - palavras não eram ditas e já eu estava a atirar com ele ao chão, onde se estatelou em três pedaços.
Este fim-de-semana consegui a proeza de marrar numa parede, sem me ter desequilibrado, sem ter escorregado, foi chegar e atirar com a testa à parede, tungas, parecia uma cena de filme. Podem pensar que foi coisa para ver estrelas, pois não vi, doeu-me, mas segui como se nada fosse, entretanto é que me apercebo que tinha sangue e um galo de 5 quilos.
O homem diz que sou um caso clínico, mas eu acho que é mesmo uma característica minha, podia ser gira, não calhou, sou desastrada.





segunda-feira, 15 de agosto de 2016

NO DESPORTO COMO NA VIDA, CADA SEGUNDO IMPORTA

Tem 20 anos, mas devido à má nutrição que sofreu em criança parece mais nova e muito frágil. A ginasta chinesa Shang Chunsong, era a imagem do desalento ao ficar a 116 milésimas da medalha de bronze nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro.
Uma menina que nasceu no seio de uma família pobre, mas cuja determinação, esforço e talento a levaram até estas olimpíadas. 
A atleta é o apoio financeiro da família e o seu sonho é ganhar dinheiro suficiente que permita a cirurgia do irmão que é parcialmente cego. 
Shang chorou por ter conseguido (apenas) o 4º lugar, por não ter subido ao pódio devido a pouco mais que uma décima de segundo. No final afirmou que voltará em 2020 no Japão, espero nessa altura vê-la a chorar lágrimas de alegria.
Quem tem 20 anos, um talento enorme e a palavra song no nome, não devia ter um fardo destes aos ombros.



sexta-feira, 12 de agosto de 2016

NÃO, NÃO SOMOS TODOS IGUAIS

Ainda bem que assim é. Ontem, de regresso ao trabalho, quer na rua quer no local onde trabalho, tive tanto calor que me senti a sufocar e pensei que nunca conseguiria ser bombeira. Não conseguiria percorrer quilómetros dentro dum fato claustrofóbico com uma mangueira na mão, meter-me no meio dum inferno em chamas, trabalhar com discernimento no meio duma batalha inglória, com pessoas à minha volta em desespero, camaradas a tombarem no chão, escassos recursos, gaita, não seria capaz. Mesmo que hipoteticamente o fosse, chegaria o dia em que entregaria o machado, me renderia, perante tamanha incompetência e ineficácia. Penalizar com pena máxima de prisão quem acende o rastilho? Sim, se bem que seja o mesmo que prender o toxicodependente sem chegar ao traficante. Haja tomates neste país!
A minha vénia e o meu maior respeito às centenas de homens e mulheres que lutam pelo combate ao fogo por esse Portugal fora.
"O inferno são os outros", disse Sartre e o mundo tem feito o possível para lhe dar razão.


quinta-feira, 11 de agosto de 2016

É TÃO BOM, NÃO FOI?

Tudo tem o seu tempo de duração. As férias de Verão já foram, hoje é dia de trabalho e o bom disto é que amanhã é sexta-feira. 
Com vossa licença, mas tenho que ir picar o ponto, no final do dia vou comprar o fato, os skis, a prancha de snowboard para as férias na neve e começar a procurar promoções para as férias do Verão de 2017.

Cartoon de Luís Veloso

sábado, 6 de agosto de 2016

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

DESPEDIDA

Não gosto de despedidas, não gosto de surpresas, não gosto de grandes celebrações, não gosto de ser o centro das atenções, gosto da minha faceta palhaça, bem humorada, bem disposta, gosto de sorrir mesmo para quem não conheço, mas não dou a outra face, se me pisam os calos temos o caldo entornado, gosto de estar no meu canto sossegada. Não gosto de fazer anos, sinto-me frágil, não gosto desta história de envelhecer, apavora-me a dependência, a solidão que a idade acarreta, dói-me a inevitabilidade da vida. Hoje despeço-me dos quarenta, mas sei que amanhã vou acordar a mesma pessoa, sempre com a obsessão de ser ainda uma rapariga, cheia de neuras e manias. 
Até amanhã, afinal é só mais um dia, e, como li algures, todos os dias são bons porque todos os dias são nossos.


quinta-feira, 4 de agosto de 2016

ALÍVIO

Depois de uns dias de férias em parte certa, que me souberam que nem ginjas, a fazer nenhum e a alontrar, eis-me de novo no lar doce lar e digo-vos muito sinceramente, até podia ter estado na Polinésia Francesa num resort 5 estrelas, com loiças sanitárias de ouro, que nada se compara à minha sanita, onde me consolo a cagar alegre. Sou uma simplória, eu sei.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

ERA UMA VEZ ...

uma blogger (embirro com este termo) que lançou um desafio, não para haver uma vencedora a ganhar uma embalagem de sabão macaco, mas para que todas as participantes partilhassem um gosto comum, a leitura. 
E assim nasceu a iniciativa do Livro Secreto, a que aderi principalmente para me obrigar a ler mais, pelo factor surpresa, porque nunca sei (nenhuma de nós sabe) que livro vem a seguir e pelo compromisso  que assumi comigo própria, de ler os livros sempre até ao fim, sem desculpas de falta de tempo ou de gosto. Tem sido uma experiência aliciante, só tenho pena de sermos apenas 13, e de algumas participantes nem sempre lerem os livros na íntegra - compreendo, mas acaba por quebrar o sentido do desafio. 
Para quem há muitos anos, era uma leitora compulsiva e com o tempo foi perdendo essa característica, ler actualmente 1 livro por mês está a saber-me muito bem - Magda, tu não te enerves, mulher! - que a partir de agora é sempre a andar, ou melhor, a ler e, giro, giro, era mantermos esta coisa por mais tempo, mas, confesso que não consigo ler vários livros ao mesmo tempo.
Dos 7 livros que já li (Ok, 6 e meio, que ainda não acabei o último), e deixando de lado o Eça, porque é um dos meus escritores de eleição e de coração, o que mais gostei foi A sombra do vento de Carlos Ruiz Zafón e o que menos gostei Atlas das nuvens de David Mitchell (por esta não esperavas, Sara Matos?), livro que me seduziu, mas que não consigo definir e onde me senti perdida naquela imensidão entrecruzada de tantas vidas e épocas diferentes.
O livro que enviei para o desafio, tenho-o há séculos muitos anos, A pérola de John Steinbeck, baseado num conto popular mexicano, é uma história que ficou retida no meu coração (como referido no livro), que tem para mim um valor inestimável e não o trocava nem pela colecção inteirinha do Eça - cá coisas minhas.
Do que estou a ler neste momento O navegador solitário de João Aguiar, transcrevo uma passagem sublinhada (podemos fazê-lo com os excertos de que mais gostamos) pela Magda e pela Ana Neves: "Como poderei definir? Foi a capacidade de exultar. Com a beleza, os sentimentos, as sensações, os sons, as cores. Ela abriu-me as portas da percepção e do gosto. Escrevo a palavra «gosto» num sentido quase sensual. Saborear um livro, desde o cheiro do papel ao ritmo do texto e à música das palavras e compor de novo, dentro de mim, a história nele contada, traduzida em emoções que me pertencem exclusivamente."
Era uma vez ... uma criatura que teve uma ideia do caraças e com ela arrebanhou outras 12 criaturas.


É a minha praia


terça-feira, 26 de julho de 2016

EU GOSTO É DO VERÃO

Acho que já está, mala feita para ir jiboiar uns dias. Ora, cá a ver, biquínis; vestidinhos de praia; saco de praia; toalha de praia; chinelos de praia; protector; creme hidratante; para o cabelo não levo porra nenhuma, está curto e quando regressar vai quase, quase à máquina zero, tipo zero mais um.
Vestidinhos sem ser para a praia; sandálias sem ser para a praia; mais importante que as cuecas, a bolsa dos medicamentos - passo bem sem cuecas, já não posso dizer o mesmo das drogas; uma bolsa com maquilhagem, não se dê o caso de ir a alguma summer party onde esteja a CMTV e mais umas coisitas que não vão servir para nada, mas são minhas e portanto vão comigo.



segunda-feira, 25 de julho de 2016

CAGANÇA

Vai um cocktail? Então venham até à Esplanada Sun7, numa praia perto de mim



sexta-feira, 22 de julho de 2016

ESTIMADAS FÉRIAS

Eu por cá, bem, obrigada. É com muita honra que vos vejo finalmente chegar - bem sei que o contrato tem a data de 25 - mas, se fizerem o obséquio podem vir andando, que a viagem é longa e eu quero-as frescas e airosas a partir de 2ª feira.
É verdade, anos houve em que não nos demos muito bem - V. Exas. têm um feitio especial, eu tenho um feitio de merda; foi na vossa presença que estive muito doente - no entanto, isso são águas passadas, hoje em dia já não vivemos umas sem as outras, pela minha parte tenho umas saudades vossas do catano. 
Se me permitem a ousadia, desejo que venham leves, soltas, soalheiras, bem dispostas, sem pressa, que têm nesta vossa anfitriã uma amiga para a vida.
Mais informo, que se quiserem permanecer por mais tempo (abusem) não accionarei nenhuma penalização por quebra de contrato.
Despeço-me com cordialidade e vinde a mim que eu mereço, sim?


quarta-feira, 20 de julho de 2016

JÁ FUI, UI, SE FUI

Adolescente. Não fui a pior ao cimo da terra, mas fui embirrante, insolente, antipática, introvertida, impaciente, palhaça, bruta, muito senhora do meu nariz, possuída pelo espírito peçonhento da adolescência, que num ápice vai da felicidade mais pirosa à infelicidade mais negra, não foi necessário nenhum exorcismo, que aquilo vai passando e a vida foi-me ensinando a ter algum juízo - a vida, sim, não os anos, que esses não interessam p´ra nada.
Certa vez, estando a estudar a 25 km de casa, decidi vir à boleia com uma colega, até chegarmos ao destino apanhámos meia dúzia de boleias, esticámos o dedo a um carro funerário (não parou, imaginem), fizemos um curto trajecto com uma senhora muito simpática que vinha do mercado e ainda tivemos tempo de lhe gamar fruta; outra vez, em que tive aulas ao sábado de manhã, fiquei todo o dia na cidade sem dar cavaco aos meus pais.
Num ano escolar muito profícuo em negativas e em experiências altamente científicas, faltava às aulas, fumava às escondidas (só até o meu pai me encontrar um maço de tabaco e me dar duas galhetas, que ainda hoje embirro com o cheiro.) Não me tornei uma fofura de criatura, mas isso agora não vem ao caso.
Tenho em casa uma filha adolescente, que tento compreender, orientar e ajudar o melhor que sei - mesmo quando me salta a tampa -, só que agora estou do outro lado da barricada, mas esta coisa do armário só dura os primeiros 30 anos, não é?