peidar também.
Deparei-me com esta ilustração no Pinterest.
Também pode culpar o cão.
E quem não tem cão? Isso não interessa nada.
(Já agora, se estiverem na cama com alguém que não seja o vosso amor, então meus amigos, é à fartazana)
peidar também.
Deparei-me com esta ilustração no Pinterest.
Também pode culpar o cão.
E quem não tem cão? Isso não interessa nada.
(Já agora, se estiverem na cama com alguém que não seja o vosso amor, então meus amigos, é à fartazana)
Com esta cena de termos que pagar os sacos em todoólado como medida de melhorar a gestão de resíduos, (como todos sabemos os sacos que pagamos não têm impacto ambiental!), resolvi que não vou pagar do meu bolso para fazer publicidade às marcas, bardamerdamazé.
Mas, sou pessoa respeitadora da lei e amiga do ambiente, mesmo que as minhas colegas digam (as parvas) que eu gasto muitos toalhetes para secar as mãos. Qué querem? Tenho lá culpa que os ditos sejam quase transparentes.
E não, não ando constantemente a passar as mãos pelas mistelas pegajosas, só meeeeeeeeeeeeeeesmo quando não tenho como as lavar.
Adiante que se faz tarde.
Vai daí adquiri estes dois malotões ou malas arrastadeiras que levam este mundo e a cabeça do outro. No final das compras, enfio-me também lá dentro e despacho a encomenda na rede nacional de expressos.
Quanto à farmácia, tomo logo lá a medicação e não se fala mais no assunto, assim-comá-sim, não prevejo grandes melhoras.
Todos sabemos que as insónias são prejudiciais à saúde, propensas a que a pessoa fique no pico da loucura.
Foi precisamente o que me sucedeu uma noite destas. Não conseguindo dormir resolvi instagramar-me, qué como quem diz, criei um perfil de Instagram.
Para minha surpresa, em pouco tempo já tinha uma centena de seguidores, principalmente de pessoas que nunca vi na vida, nem em sonhos e eu até sonho muito quando as insónias dão tréguas e também de empresas com publicidade a cenas que não me interessam para nada.
Quem sofre muito com as minhas pancadas é o meu telemóvel, que constantemente me sugere que apague aplicações que não uso, tarda nada vai incluir o Instagram.
Entretanto resolvi contratar o guarda-costas mais bonito do pedaço, sei lá eu porque é que me seguem.
* Vá-se lá percebê-las
merecidos, devidos, legítimos, justos - sim, são sinónimos, e ó depois, eu é que sou a CEO aqui da tasca, ora essa! - eis que voltei hoje ao trabalho.
Pois, a uma quinta-feira, preciso de me ir habituando ao ritmo e amanhã já é véspera de fim-de-semana.
Ao fim de trinta e tal anos de trabalho, descobri qual o seu principal propósito, ter férias.
Posto isto, vou ali ao Rei dos Frangos perto de minha casa, comprar um frango pró jantar. Vou pedir mal assado. Quem sabe o sô Zé tenha enfiado um maço de notas no cu dalgum (frango, tá claro) e me venha parar à mesa.
da final do europeu de futebol.
Uma seca do caraças, um olho no burro outro no cigano, que a minha vida não é isto.
Uma eternidade mais seis meses para se encontrar o vencedor.
Mas que teve graça ver a cara de cu dos duques lá do burgo, lá isso teve.
Por fim, o momento alto do jogo, o nosso Éder a entregar a taça.
Uma mulher a trabalhar temporariamente em Angola, recebe uma carta do noivo que ficara em Portugal.
A carta dizia o seguinte:
"Querida Maria, já não posso continuar com esta relação. A distância que nos separa é demasiado grande. Devo admitir que te fui infiel dez vezes desde que te foste embora e creio que nem tu nem eu merecemos isto. Sinto muito. Por favor devolve-me a foto que te enviei.
Com amor, Manuel"
Maria ficou muito magoada, mas decidida, pediu às amigas que lhe emprestassem fotos dos seus namorados, irmãos, primos, amigos, etc. Juntou a todas essas fotos, a do Manuel e enviou-lhas com um bilhete que dizia:
"Manuel perdoa-me, mas não consigo lembrar-me de quem és tu, por favor, procura a tua foto e devolve-me as restantes.
Com amor, Maria"
Moral da história: Estamos todos com dor de corno. Hazard do caraças.
Enfiei-me
numa loja onde se encontrava pouca gente, e experimentei roupa no provador. Não
me lembro da última vez que o fiz. Suei como se tivesse acabado de
correr a maratona, não só porque estava calor, mas sobretudo por pensar quantas
gajas pessoas já tinham vestido aquelas peças.
Mas, calma lá, não fui ao shopping, não senhores.
Achei mais seguro para mim e principalmente para os outros, ser numa loja de rua, porque se me desse algum ataque de pânico, fugia dali para fora mesmo em cuecas e num instante estava com os pés na dita rua.
Por falar em pés, comprei umas chanatas, mas nem experimentei. Tirei-lhes as medidas e acho que consigo lá pôr os meus pezinhos elegantes de irmã da Cinderela.
A roupitxa que comprei esteve um dia de molho em água e detergente, ca pessoa não sabe se o vírus também gostou dela e por lá ficou.
E tudinho do meu tamanho, para evitar uma ida à costureira para apertar, encurtar, unir, espremer, cortar... que é outro desassossego.
Porra, se esta pandemia não acaba nos entretantos, provavelmente acabo como a ´miga Donatella.
e não vacilei.
A partir de hoje se as palermices que surgirem por aqui, forem mais que o normal, é o chip a fazer efeito.
Para os que recusam ser inoculados desejo muita saúde, aos outros muita saudinha da boa.
Não, não estou a falar do teste da Covid, que esse já todas as alminhas devem ter feito. Eu vou a caminho do sexto! 😩
Este é um teste mais leve e deveras importante para as nossas vidas.
Imaginem que vivem até aos 83 anos e que são do tipo de pessoa que gostava de saber quantas vezes na vida mudam de cuecas.
Já estão a pensar; lá vem esta com conversas de merda da treta e pensam muito bem. O mais caricato é que existem empresas que pensam como eu, neste caso a WatchShop, que criou uma ferramenta interactiva que nos diz quanto tempo vamos gastar nesses 83 anos de vida a dormir, a tomar banho, a beber, a limpar a casa, a conviver e até a fazer sexo. Ena!
O juiz sentenciou
e vai dormir descansado
o que não impede
de o mandar pró caralho.
Mas então é a lei
dizem vocês com convicção
mas eu cá tô indignada
com tamanha podridão.
Ó Perna põe-te a pau
que de chauffeur do marquês
ainda vais ser o único
a ir de vela pró xadrez.
Não há provas que validem
os crimes destas personagens,
ide lá pagar impostos
pra estas sacanagens.
A lei é dura
só para alguns patacos
mas para muitas cavalgaduras
compensa ser velhaco.
Fiquem com o poema
que o Aleixo escreveu
que passados tantos anos
ainda não prescreveu.
"Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que não parecendo o que são,
são aquilo que eu pareço"
Esta coisa da vacina da AstraZeneca ter mudado de nome para Vaxzevria, fez-me lembrar aquele senhor que se chamava Joaquim Merda e que muito desgostoso com o nome, mudou-o para Manuel Merda.
E é isto.
Fiquem bem, faxavôr.
Alguém sabe onde fica, onde está o mundo paralelo dos duendes e fadas encantadas? Onde existe a passagem que nos transporta para o mundo fantástico do faz-de-conta? Qual Harry Potter e companheiros com destino a Hogwarts, mas sem Lord Voldemort, apenas com o sábio professor Dumbledore, a desejar-nos boas-vindas, vassouras voadoras, retratos falantes que nos façam rir e seres fantásticos, que nos enfeiticem e nos deixem maravilhados e felizes, convencidos que será para sempre.
Há dias, assim, em que desejamos o impossível. Em breve volto à realidade, mas hoje estou pronta, alguém por aí se quer juntar?
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| Imagem Pinterest |
Hoje lembrei-me dele, talvez por ser Páscoa e eu querer ir de comboio ao circo com o coelhinho...
A minha máquina de lavar a roupa deu o peido mestre, carregada de roupa e de água. Tirei a roupa a pingar, a água deixei-a, é um bem precioso para desperdiçar, pode dar jeito para lavar a hortaliça.
Francamente, ando baralhada com o confina/desconfina, que não sei se a compra vai ser ao postigo.
Já proibi o homem de a comprar sem a minha supervisão, de contrário, já sei que vou precisar de um curso em aeronáutica para lavar cuecas.
Também posso fazer como o Bocage que andava com uma peça de tecido às costas, à espera da última moda, para mandar fazer um fato. Se assim for, compro uma, quando sair no mercado, o Ferrari das máquinas de lavar roupa, que também sequem, passem e arrumem.
Até à nova compra, já delineei um plano mirabolante.
Vou lavar a roupa na máquina de mamãe.
Hoje lembrei-me desta canção de Simone (a brasileira), porque também eu tô que tô, que tô práqui sem grande vontade de nada, cansada de nada e de tudo.
Valha-me o trabalho (a pessoa chega a conclusões que nunca pensou na vidinha dela)
Mas então cadê esse ânimo e coise? Pois, varreu-se-me.
Encomendei uma piza por telefone. O rapaz que me atendeu, que não me conhece, nem eu conheço, despediu-se com um "beijinho". Oi!? 👍
Eu tô que tô, que tô, espero que vocês também que´tejam, tejam por aí.
Casavam os noivos mais bonitos e elegantes do século XX.
Parabéns aos meus pais pelos 56 anos de casamento.
Depois de 2 meses e meio em casa, confinada devido a uma cirurgia que fiz - nem eu ficava bem comigo se não fosse bater com os ossos num hospital em plena pandemia - comecei a trabalhar presencialmente na passada semana. Com excepção do primeiro dia, em que fui possuída por um humor de cão, so far so good.
Numa das consultas a que fui pós operação, informei o senhor doutor, que todos os dias (quase todos, vá!) caminhava cerca de 2,5 a 3 km, respondeu-me que era muito, o que vem provar a minha teoria em relação ao exercício físico, quanto menos, melhor.
Nestes entretantos engordei 800 gramas, houve pessoas atentas que notaram. Amen!
Pintei o cabelo em casa, melhor dizendo, a minha filha aplicou a tinta e ficou catita. Ando a contar os dias até que algum dos brancos dê o ar da sua graça.
Simulei a data em que levarei a vacina da Covid, está previsto ser convocada na terceira fase da vacinação em data a anunciar. Fiquei descansada, fiquem também. May the task force be with you.
Consegui livrar-me da perturbação-obsessiva-compulsiva-ó-dependente de desinfectar tudo quanto vem do supermercado e afins, só tenho cuidado com as frutas e legumes, o resto sa fod@.
Não andamos dentro de casa com o calçado da rua, mas, já era uma tara pré-pandemia, como tal, na paz dos deuses, quanto a isso.
Há uns anos (muitos) quando era pessoa estudanteira, fui delegada de turma, e pensei cá com os meus botões, que calhando é motivo suficiente para me ser administrada a vacina da Covid.
Deixo à consideração dum qualquer pasteleiro deste país.
"Portugal entre os países mais atrasados da União Europeia na administração da primeira dose da vacina" leio por aí.
Não me indigno com esta notícia, será um novo sintoma da doença?
Ou serão os efeitos da anestesia que nos têm vindo a infligir ao longo dos anos, da qual não queremos acordar?
Nem pastelaria Garrett, nem Versailles, conseguem bater este doce natalício feito pela minha prima Lassalete.
Coscorão de seu nome.
Bem sei que não é Natal, mas também não o foi a 25 de Dezembro de 2020.
Já agora, também este bolo de Páscoa da minha prima Dolores é imbatível.
para mim, a não ser que me dê uma coisinha má no Domingo.
O que está em causa no nosso país é muito preocupante, por isso é importante que à semelhança da responsabilidade que nos cabe a cada um para travar esta pandemia, é urgente impedir o renascimento de uma outra pandemia, que conduza de novo este país ao buraco negro que viveu no passado.
Não há confinamento, descrença na classe política, intempérie, que nos impeça de exercer o que é um dever, mas também um direito que nos assiste, de contribuirmos para um país melhor, onde prevaleça a igualdade, a justiça, a liberdade.
Afinal, é isso que todos queremos, certo?
Quando receber o boletim, a minha visão selectiva, irá percorrer apenas o rosto de 6 candidatos - uma vez que o cidadão Eduardo Baptista é uma carta fora do baralho - e em consciência, votar.
Venham comigo.
O cão fica em casa, o cartão de cidadão não necessita de trela, respeitemos o distanciamento, não há necessidade de cheirar cus alheios, nem lugar para conversas de chacha, quando chegar a nossa vez vamos até ao postigo para exercer o voto e ala para casa.
Na minha terra existe a expressão, "ao largo", que dizemos a alguém, por brincadeira, ou não, que significa que não queremos proximidade.
Portanto, meus amigos, palavra de ordem nestes dias de pandemia - ao largo - porra!
mas podia ser outro qualquer, por exemplo, um negacionista mascarado de pessoa tola e niquenta durante o Carnaval.
Não aprecio a expressão "passeio higiénico", parece que temos receio da simplicidade, e por isso a confrontamos com o ridículo.
Eu faço caminhadas e porque a minha saúde assim o exige, de contrário ainda alontrava mais em casa, por muito que o silêncio das paredes me desassossegue.
Pessoas todas, a vida como vai?
E o novo ano, hã? Com novo confinamento à porta, estamos a começar mal, parece que a malta no Natal e passagem de ano pensou que o bicho também fosse comemorar lá para o raio que o parta, mas não, andou a distribuir veneno forte e feio.
E eu não querendo apontar o dedo a ninguém, como tenho lido por essas redes sociais fora, Jasus! e percebendo que estamos fartos disto e que a economia está a escambar, mas sabendo da fragilidade do SNS, do esforço hercúleo que todos os que estão na frente da batalha, estão a fazer, venho apenas deixar algumas sugestões para que todos juntos consigamos ultrapassar esta merda rapidamente.
Lembram-se de quando éramos crianças e nos obrigavam a ir visitar aquela tia/prima chata que dava muitos beijinhos, deixando a nossa cara numa lástima derivado do farto bigode que tinha? E nós fazíamos uma birra descomunal levando os nossos pais ao desespero e ficando o fim-de-semana de castigo, sem pôr um pé na rua, não havendo brincadeiras com os amigos? Então, agora é só prolongar esse castigo mais tempo e sair apenas o necessário, como se estivéssemos a ser perseguidos pelo bigode da tal tia/prima. Não custa nada.
Lembram-se do tempo da adolescência, em que nos apaixonávamos pelos bonitões e bonitonas que nem sequer sabiam que existíamos, e nós só desejávamos morrer (salvo seja) e queríamos estar sozinhos a chorar baba e ranho, de preferência sem ver ninguém? Lá está, prolonguem mais um tempo esse desejo de não ver ninguém, nem pintado de ouro.
Alguma vez vos aconteceu - aposto que sim - receberem visitas inesperadas, e terem a casa em estado de sítio, estarem vestidos como se fossem pedintes, terem apenas um copo de água para oferecer? Já me aconteceu. E o que é que eu queria? Que aquela gente boa debandasse o mais depressa possível de minha casa. Pois agora, mesmo com a casa a luzir, vestidas à Kardashians (o que não abona nada a nossa favor, mas prontes), com caviar e champanhe para oferecer, não é tempo de socializar com ninguém, em casa de ninguém. Tenham paciência, melhores tempos virão se todos contribuirmos para isso, inclusive quem nos governa.
E maltinha, prometo que quando formos livres de novo, no primeiro dia em que for anunciada o fim da pandemia (se ainda por cá andar) saio à rua neste despropósito. Não precisam de pagar para ver, vai ser grátis às damas e cavalheiros de todas as idades, raças, credos e afins.
Caramba, não me digam que só por isto não vale a pena o esforço, o compromisso de ajudar a colocar um ponto final nisto?